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Bélgica e Noruega na Copa: renovação e histórias marcantes

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Bélgica e Noruega na Copa: renovação e histórias marcantes
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A festa das seleções em 2026 reserva histórias que vão muito além do campo. Duas delas chamam atenção especial: a Bélgica, que trocou o brilho de uma geração lendária por uma identidade mais crua e explosiva, e a Noruega, que chega ao torneio com um técnico cuja trajetória de vida é, por si só, um roteiro de cinema. Enquanto as quartas de final esquentam com polêmicas e escalações definidas, vale entender o que move essas seleções em 2026.

Durante anos, a Bélgica foi sinônimo de talento coletivo e promessa não cumprida. Hazard, Vertonghen, Alderweireld, nomes que encantaram o futebol mundial e que, juntos, chegaram perto mas nunca conquistaram o título máximo. Agora, aquela geração ficou para trás, e o que resta é um grupo menos estrelado, porém potencialmente mais perigoso justamente por carregar menos peso nas costas. Sob o comando de Rudi Garcia, a seleção belga abandonou a tentativa de controlar partidas com posse elaborada e passou a apostar em um futebol mais vertical, direto e dependente de lampejos individuais. De Bruyne segue como o maestro, mas agora em um time que prefere acelerar antes de pensar demais, e que não tem medo de partidas caóticas. A goleada sobre a Tunísia no amistoso pré-torneio mostrou que essa receita pode funcionar.

Do lado da Noruega, a narrativa mais impactante não vem de Haaland, que já é esperado como protagonista dentro de campo, , mas de quem comanda o banco. Stale Solbakken, de 58 anos, é o técnico que literalmente nasceu duas vezes. Em março de 2001, durante um treino do FC Copenhagen, o então meio-campista desmaiou e teve o coração parado por sete minutos. Médicos chegaram a considerá-lo morto. Ele sobreviveu, encerrou a carreira de jogador e reconstruiu sua vida no futebol como treinador. Hoje, lidera a Noruega no maior torneio de seleções do planeta, uma história de resiliência que ressoa diretamente no espírito competitivo do grupo que ele comanda.

Nas quartas de final, o torneio segue movimentado. A partida entre Noruega e Inglaterra gerou polêmica nas redes sociais após um lance em que a bola teria desviado em um cabo antes do gol de empate de Bellingham, lance que levou o duelo à prorrogação. Já Argentina e Suíça se enfrentaram no sábado (11), a partir das 22h (horário de Brasília), com escalações confirmadas e expectativa alta para mais um capítulo eletrizante da fase eliminatória.

Em resumo

  • Bélgica aposta em futebol vertical e explosivo após o fim da era Hazard-Vertonghen, com De Bruyne como principal referência técnica
  • Stale Solbakken, técnico da Noruega, sobreviveu a uma parada cardíaca de sete minutos em 2001 e hoje comanda a seleção no maior torneio de seleções do mundo
  • Gol de Bellingham em lance polêmico, com possível desvio em cabo, levou Noruega x Inglaterra à prorrogação nas quartas de final
  • Argentina e Suíça se enfrentaram nas quartas, com escalações definidas e duelo marcado para as 22h de sábado (11)
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Perguntas frequentes

Por que a Bélgica é considerada perigosa em 2026 mesmo sem sua geração de ouro?

Sem o peso das expectativas da era Hazard, a Bélgica de 2026 joga mais solta. O time de Rudi Garcia adotou um estilo mais direto e vertical, apostando em explosões individuais e partidas de ritmo acelerado, o que pode surpreender adversários que esperam um time de posse elaborada.

Quem é Stale Solbakken, o técnico da Noruega?

Solbakken é um treinador norueguês de 58 anos que, em 2001, sofreu uma parada cardíaca durante um treino pelo FC Copenhagen. Seu coração ficou parado por sete minutos antes de ser reanimado. Encerrou a carreira de jogador e se tornou treinador, chegando ao comando da seleção norueguesa para o torneio de 2026.

O que aconteceu no gol polêmico de Bellingham contra a Noruega?

Nas quartas de final, um lance do gol de empate de Bellingham gerou debate nas redes sociais: torcedores e analistas apontaram que a bola pode ter desviado em um cabo antes de entrar, o que tornaria o gol irregular. O lance levou o jogo à prorrogação, aumentando a polêmica.

Quando foi o jogo entre Argentina e Suíça nas quartas de final?

Argentina e Suíça se enfrentaram no sábado, dia 11 de julho, a partir das 22h no horário de Brasília, pela fase de quartas de final do torneio.

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