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GP da Hungria 2026 e ePrix de Tóquio: tudo sobre o fim de

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GP da Hungria 2026 e ePrix de Tóquio: tudo sobre o fim de
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O sábado de 26 de julho de 2026 reservou emoções em dois palcos do automobilismo mundial. Na Hungria, o Hungaroring viu a Mercedes perder a pole position pela primeira vez na temporada de 2026, enquanto o brasileiro Gabriel Bortoleto garantiu sua vaga no grid para o domingo. Do outro lado do planeta, o ePrix de Tóquio da Fórmula E virou notícia por razões além da pista: uma violenta tempestade com raios forçou a evacuação do paddock e transformou o maior centro de convenções do Japão em abrigo de emergência para equipes, pilotos e imprensa.

No Hungaroring, a grande novidade do grid de largada do GP da Hungria foi justamente a ausência da Mercedes no topo. Pela primeira vez em toda a temporada 2026, outra equipe levou a pole position, quebrando uma sequência que havia se tornado marca registrada do campeonato até aqui. Para os fãs brasileiros, o foco se divide: Gabriel Bortoleto, representante do Brasil na categoria, terá o desafio de recuperar posições a partir do 14º lugar no grid, uma corrida de estratégia e paciência no traçado húngaro, historicamente favorável a ultrapassagens.

Já em Tóquio, o ePrix da Fórmula E viveu um fim de semana marcado pela força da natureza. A qualificação da corrida 2 foi realizada sob tensão: o suíço Edoardo Mortara cravou o tempo de 1min12s341 para superar o português António Félix da Costa e conquistar a pole. Os brasileiros Felipe Drugovich e Lucas di Grassi tiveram desempenhos modestos na classificação, largando em 16º e 19º, respectivamente, com muito trabalho pela frente na corrida.

O episódio mais marcante do fim de semana japonês, porém, aconteceu fora da pista. Uma tempestade severa, acompanhada de raios, obrigou a direção de prova a interromper todas as atividades e ordenar a evacuação completa do paddock. Equipes inteiras, pilotos e jornalistas foram direcionados ao Tokyo Big Sight, o maior centro de convenções do Japão, localizado próximo ao circuito. Foi a segunda evacuação do paddock durante o mesmo fim de semana, evidenciando a seriedade das condições climáticas enfrentadas pelo campeonato elétrico na capital japonesa.

Em resumo

  • Mercedes perde a pole no GP da Hungria pela 1ª vez na temporada 2026, novidade inédita no campeonato até aqui.
  • Gabriel Bortoleto larga em 14º no Hungaroring e terá que buscar posições ao longo da corrida dominical.
  • Mortara supera Félix da Costa e leva a pole do ePrix de Tóquio (corrida 2) com 1min12s341.
  • Drugovich (16º) e Di Grassi (19º) têm grid difícil na Fórmula E e precisam de boa estratégia.
  • Tempestade com raios provoca segunda evacuação do paddock em Tóquio; Tokyo Big Sight vira abrigo de emergência.
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Perguntas frequentes

Quem ficou com a pole position no GP da Hungria de 2026?

Pela primeira vez na temporada 2026, a pole do GP da Hungria não ficou com a Mercedes. Outro piloto/equipe assumiu a liderança do grid, um marco inédito no campeonato até aquela etapa. Os detalhes completos do grid podem ser conferidos nos canais oficiais da F1.

Em que posição Gabriel Bortoleto larga no GP da Hungria 2026?

O brasileiro Gabriel Bortoleto larga na 14ª posição no Hungaroring, precisando de uma boa estratégia e ultrapassagens para brigar por pontos na corrida de domingo.

Quem ganhou a pole do ePrix de Tóquio (corrida 2) na Fórmula E?

O suíço Edoardo Mortara conquistou a pole da corrida 2 do ePrix de Tóquio com o tempo de 1min12s341, superando o português António Félix da Costa na qualificação.

O que aconteceu com a Fórmula E durante a tempestade em Tóquio?

Uma tempestade severa com raios levou a direção de prova a interromper as atividades e evacuar o paddock. Equipes, pilotos e jornalistas foram abrigados no Tokyo Big Sight, o maior centro de convenções do Japão. Foi a segunda evacuação do fim de semana.

Como foram os brasileiros na Fórmula E em Tóquio?

Felipe Drugovich e Lucas di Grassi tiveram qualificações difíceis, largando em 16º e 19º, respectivamente, na corrida 2 do ePrix de Tóquio. Ambos precisarão de estratégia agressiva para avançar no pelotão.

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